Dois Dedos de Liturgia [137]
Posted by admin on Mai 2, 2026 in agenda, destaques, Diálogo, paroquia gloria, plano pastoral 2025|26 | 0 comments
Gestos e atitudes durante a Missa
- A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) assume, com algumas adaptações, o que se estabelece na Instrução Geral do Missal Romano (cf. IGMR 43 e 390) sobre os gestos e atitudes dos fiéis durante a celebração eucarística. «A atitude comum do corpo, que todos os participantes na celebração devem observar, é sinal de unidade dos membros da comunidade cristã reunidos para a sagrada Liturgia: exprime e favorece os sentimentos e a atitude interior dos participantes» (IGMR 42). Assim, os fiéis deverão estar:
– de pé desde o canto de entrada até à oração coleta, incluída;
– sentados durante a primeira e segunda leitura e o salmo responsorial;
– de pé desde a aclamação ao Evangelho até ao final da aclamação após a proclamação do Evangelho;
– sentados durante a homilia e o breve silêncio que se lhe seguir;
– de pé desde o início da profissão de fé até à conclusão da oração universal ou dos fiéis;
– sentados durante a apresentação e preparação dos dons, pondo-se de pé para a incensação da assembleia;
– de pé desde a oração sobre as oblatas até à epiclese sobre os dons (gesto da imposição das mãos);
– de joelhos, se possível, desde o início da epiclese que antecede a narração da instituição (gesto da imposição das mãos) até ao final da ostensão do cálice;
– de pé desde a aclamação Mistério da fé até à comunhão da assembleia, incluída;
– sentados, se for oportuno, após a Comunhão da assembleia, durante o tempo de silêncio;
– de pé desde a oração depois da comunhão até ao fim. Durante a escuta do Evangelho da Paixão do Senhor (Domingo de Ramos e Sexta-feira Santa) pode permanecer-se sentado durante uma parte da leitura. As dificuldades devidas a «razões de saúde, à estreiteza do lugar, ao grande número dos presentes ou outros motivos razoáveis» podem justificar uma derrogação da regra geral para alguns fiéis em particular ou até para o próprio sacerdote.
CEP, Nota Pastoral: Liturgia Viva da Igreja
(5 Maio, 2025)
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