Os futuros e os atuais presidentes das assembleias litúrgicas necessitam de uma formação cuidada e permanente no espírito da Liturgia. Tudo isto em ordem a criar uma personalidade litúrgica, como gostava de sublinhar Romano Guardini, sob o modelo único de Cristo. O Papa Francisco citando Guardini escreve: «“É assim que se esboça a primeira tarefa do trabalho da formação litúrgica: o homem deve voltar a ser de novo capaz de símbolo”» (Desiderio desideravi, 44). Há urgente necessidade de educar para a ars celebrandi e para a beleza da Liturgia. A arte de celebrar não pode contemplar só a execução fiel das rúbricas e normas litúrgicas, mas a capacidade de interpretar o programa celebrativo segundo as exigências da fé e da comunidade cristã CEP, Nota Pastoral: Liturgia Viva da Igreja (5 Maio, 2025)
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