O nosso Deus é assim !

Não há criança na catequese que não conheça a parábola do filho pródigo, ou melhor, a parábola do Pai bondoso. É a história mais bela, mais amorosa e mais humana, que Jesus, em palavras tão simples quanto sensíveis, conta, para nos falar de Deus, que nos ama desmedidamente, que respeita a liberdade, que espera sem cansar e não corta a ninguém as asas ao sonho.
Um Deus diferente, absolutamente diferente do dos fariseus e dos escribas e até do de muitos cristãos !
Apesar de não ter sido o arrependimento pela vida desregrada, que o levara à indigência total, a trazê-lo de volta à casa paterna, o pai, logo que avista o filho rebelde, corre ao seu encontro, e, entre lágrimas e abraços, beija-o ternamente. Não há tempo para justificações, não há tempo para censuras e castigos. Não há julgamentos. Há apenas o abrir portas para um futuro novo e diferente. E começou a festa.
Assim é o nosso Deus, o Deus revelado por Jesus Cristo, tem alegria não em castigar mas em perdoar, pois “há mais alegria no céu por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que não precisam de arrependimento.”


P. Fausto

in Diálogo n.º1907 (Domingo IV do Tempo da Quaresma – Ano C)

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