Vida eterna e plenamente feliz!

Na vida pública de Jesus há encontros e desencontros, debates sinceros e questões armadilhadas, como a que hoje Lhe põe um grupo de saduceus, acerca da Ressurreição.
A questão, posta para ridicularizar a vida para além da morte, dá a Jesus oportunidade para afirmar, mais uma vez, que Deus, o nosso Deus, é dos vivos e quer-nos plenamente vivos, ainda que essa plenitude de vida, que não é mera continuidade desta, só se atinja para lá do tempo e do espaço.
Na história do Céu, continua Jesus, não há meu nem teu, não há lugar a gestos de tomar ou de ter, ninguém é posse de ninguém, marido, esposa, ou filhos, não há grupos, mas todos possuídos plenamente por Deus, que a todos Se dá plenamente, para seremos todos plenamente felizes, uns com os outros, sem invejas, exclusões, limites ou nostalgias. Eternamente.
Se assim não fosse, a vida para além da morte seria mais do mesmo. E isto não seria Vida Plena e Feliz.

P. Fausto

in Diálogo nº. 1797 (Domingo XXXII do Tempo Comum – Ano C)

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