#Postal do Príncipe

Os ritmos dos cantos nas Missas, a alegria nas ruas, o barulho das crianças a baterem à porta de casa a pedirem bolachas ou brinquedos e o verde da floresta densa lembram constantemente que estamos fora de Portugal.
Estamos há uma semana em S. Tomé e Príncipe, mais concretamente na ilha do Príncipe a fazer uma experiência que podemos chamar de missão e tenho previsto ficar mais uma semana, com mais dois padres.
O motivo desta vinda deve-se ao facto de estar um padre da nossa diocese (Pe Francisco Melo) aqui a colaborar há quase um ano e meio e assim fico a conhecer esta realidade, mas também a estreitar laços e conhecer a forma concreta de ser Igreja neste país.
Se o calor tropical envolve e faz transpirar o corpo de um europeu, também a simpatia, alegria e simplicidade das vidas vividas no contacto direto com a natureza também envolvem e acolhem quem chega moldado por estilo de vida acelerado e sempre preocupado com o consumo.
Esta visita está a permitir conhecer os encantos e recantos desta ilha, mas também tem sido marcada pela experiência de fazer parte da mesma Igreja Católica que somos.
O primeiro fim de semana foi marcado por várias celebrações com Baptismos (entre 80 e 90) e primeiras comunhões (entre as 250 e as 300). Ainda houve tempo para as devidas preparações e confissões de um grupo para a primeira comunhão.
Os dias seguintes foram marcados pela visita a alguns locais de interesse na ilha, e visita a algumas comunidades mais distantes e isoladas.
Continuamos mais uns dias nesta missão com a certeza de que partimos mais enriquecidos por encontrar Deus em cada pessoa com quem nos cruzamos nesta bela terra, também conhecida como a ‘última paragem antes do paraíso’.
Um abraço,

Pe. Pedro O.

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