O rosto de Deus !

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Com a Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo, chegamos ao fim do ano litúrgico. O ambiente é de majestade e dignidade. Trata-se, nada mais nada menos, que o Juízo Final, de cuja sentença não há recurso.
O desfecho não é igual para todos. Para uns abrem-se plena e definitivamente as portas para a Felicidade: “Vinde, benditos de meu Pai; recebei como herança o reino que vos está preparado…” Para outros, também convocados, as portas abrem para a solidão e desespero: “Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno…”.
Qual o critério que decide a sorte de uns e outros?
Qual a culpa dos condenados? Eles não fizeram mal aos pobres, não maltrataram ninguém… É verdade. Simplesmente acharam desperdício o tempo dado aos outros, especialmente aos da margem. E apresentaram-se de mãos vazias. O seu caderno diário só tinha omissões.
Muitas vezes nos questionamos: Onde está Deus? Jesus, no Evangelho de hoje, dá-nos a resposta. É Seu o rosto dos famintos, dos desempregados, dos doentes, dos sós,… Está onde se sofre. Por isso, no Juízo Final, o Rei e Senhor do Universo abrirá o Livro da Vida no capítulo das “Obras de Misericórdia” para bênção e consolação de uns e condenação e desespero dos outros.

P. Fausto

in Diálogo 1718 (Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo  Ano A)

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