Eu também ?

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Neste Domingo celebramos a Solenidade de Todos os Santos. Daqueles cujos nomes ficaram na história e de todos os demais, “multidão imensa, que ninguém podia contar”, de quem não recordamos o nome, mas cuja fé e dedicação só Deus conheceu. Todos estão com Deus e são plenamente felizes. Estes últimos são, como diz o Papa Francisco, os santos anónimos ou os santos de ao pé da porta.
A Igreja recorda-os a todos, e, enquanto celebra em festa a sua memória e pede a sua intercessão, lembra a cada um de nós, ainda em peregrinação, que a nossa vocação é também à santidade, cada um por seu caminho, que, embora não seja fácil, está ao alcance de todos.
Não faremos milagres, nem coisas extraordinárias, mas cabe-nos o esforço para vivermos, no nosso quotidiano, as bem-aventuranças. Sem nunca desistirmos, apesar das nossas fragilidades e quedas. Tudo o mais é para a Bondade e Misericórdia de Deus.

P. Fausto

in Diálogo nº. 1715 (Solenidade de Todos os Santos – Ano A)

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