Há muito tempo que estamos “confinados”. É tempo de recomeçar. Sempre com os devidos cuidados, mas também com ousadia e criatividade.
Podemos não saber claramente o caminho a percorrer, porque vivemos num tempo de muitas incertezas, mas não podemos baixar os braços e deixar que o medo nos bloqueie.
Há muitos que ainda não venceram o receio de entrar na nossa Igreja, contentando-se com os meios de comunicação social e com a Missa, a partir do sofá. É, assim, tempo de pôr a Eucaristia, tanto quanto possível presencial, no centro da vida cristã. De todos. Adultos, jovens e crianças.
É tempo de relançar a Catequese, com metodologias e conteúdos adequados, mas, sobretudo, atentos à formação dos agentes cujo testemunho é fundamental na evangelização e educação da fé.
É tempo para nos assumirmos mais significativamente como “Igreja samaritana”, apesar de todos os constrangimentos a que a epidemia nos obrigou.
A Covid-19 impôs-nos mudanças que alteraram num espaço de meses comportamentos habituais, mas também trouxe desafios a que não podemos deixar de responder, sob pena de nos tornarmos insignificantes na transmissão, aprofundamento, celebração e vivência da fé.
Há muito a fazer na nossa comunidade. Haja mãos para trabalhar.
P. Fausto
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