É estranha a sensação para quem entra na nossa Igreja, como estranhos são os tempos que vivemos e que nos obrigam a cuidados redobrados para a sua reabertura ao culto, tendo em conta as exigências da DGS, aprovadas pela Conferência Episcopal Portuguesa.
Apesar de ampla e de portas sempre abertas, a Nossa Igreja Paroquial é pequena para acolher com segurança os que habitualmente participavam nas Celebrações Dominicais. Tal facto, porém, obrigando a limitar o número de participantes, não dispensa ninguém de santificar o Domingo, mesmo as pessoas mais vulneráveis pela idade, com ou sem patologias que recomendem o confinamento social.
Para que a reabertura da nossa Igreja ao culto, a partir da Solenidade do Pentecostes, não potencie o contágio pelo coronavirus, lembra-se às “pessoas de risco”, pela idade ou por qualquer patologia, que devem evitar a participação eucarística na Igreja, podendo continuar a alimentar-se espiritualmente pelos meios de comunicação social habituais, e sacramentalmente nas Missas de semana, cujo horário vamos também retomar. Tudo isto começa na nossa Igreja Paroquial, mas não em Santiago e Vilar, por enquanto.
Finalmente, se está a pensar que temos lugares reservados na Igreja, engana-se. Todos são benvindos e acolhidos, desde que a Assembleia não ultrapasse as 150 pessoas. Se isso acontecer, resta-lhe a sombra abençoada das magnólias do nosso adro ?!
Lembra-se que :
— a Sagrada Comunhão deve ser sempre recebida de pé, na mão e em fila única;
— as cadeiras devem ser ocupadas a partir do altar e não das portas do fundo, seguindo sempre as instruções da equipa de acolhimento;
— a saída da Igreja deve ser ordenada, evitando-se a todo o custo aglomerados de pessoas;
— a entrada só é permitida quando a saída estiver concluída.
RESUMINDO:
Não tenha medo de vir à Igreja rezar e descansar,
traga sempre a sua máscara,
guarde as distâncias,
faça a higiene das mãos,
não espirre para o alto,
para a frente ou para o chão,
mas para o cotovelo,
venha com dose acrescida de paciência,
não faça sala no adro,
não dê beijos nem abraços,
mas não esqueça o sorriso.
Resta-me desejar a todos uma Feliz e Gratificante experiência pessoal e comunitária de Deus, na normalidade que as circunstâncias actuais permitem.
P. Fausto
Comentários recentes