Num tempo em que se fala tanto de eutanásia, é necessário meditar no que escreve o Papa Francisco, sobre os Idosos, no n°191 da sua Exortação Apostólica “Amoris Laetitia”:
“Não me rejeites no tempo da velhice; não me abandones, quando já não tiver forças.”( Salmo 71)
É o brado do idoso, que teme o esquecimento e o desprezo. Assim como Deus nos convida a ser seus instrumentos para escutar a súplica dos pobres, assim também espera que ouçamos o brado dos idosos.
Devemos despertar o sentido colectivo de gratidão, apreço, hospitalidade, que faça o idoso sentir-se parte viva da sua comunidade. Os idosos são homens e mulheres, pais e mães que, antes de nós, percorreram o nosso próprio caminho, estiveram na nossa mesma casa, combateram a nossa mesma batalha diária por uma vida digna.
Por isso, como gostaria de uma Igreja que desafia a cultura do descarte com a alegria transbordante de um novo abraço entre jovens e idosos.
S. João Paulo II convidou-nos a prestar atenção ao lugar do idoso na família, porque há culturas que, especialmente depois de um desenvolvimento industrial e urbanístico desordenado, forçaram, e continuam a forçar, os idosos a situações inaceitáveis de marginalização”.
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