Nesta semana, somos convidados a partilhar da afeição e admiração do Papa Francisco pelos consagrados e consagradas, manifestada numa entrevista recentemente publicada: «Refiro-me àqueles padres, religiosos e irmãos que estão ali, a trabalhar, metidos em determinada periferia, mesmo que seja no meio da cidade. Aquelas pessoas consagradas que não têm pretensões, que não fazem barulho, mas que trabalham sem dar importância a si próprias. Os que fazem a teologia da vida consagrada, vivendo-a, rezando-a. São aquelas pessoas que têm como que uma humildade essencial: são trabalhadoras e tomam muito a sério a sua vida de consagração, quer no ensino, quer nas paróquias, nos hospitais, nas missões ou em qualquer lugar onde estiverem a trabalhar ao serviço dos demais. São realmente pessoas que se esfolam, sem olhar para si próprias. Dão tudo às mãos cheias»
[da mensagem do D. António Augusto para esta semana]
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