
O presidente convida a família a aproximar-se da fonte baptismal. Depois de conhecer o nome da criança, pergunta aos pais e padrinhos se querem baptizar a criança na fé da Igreja que com eles toda a comunidade professou. A criança sustentada pela mãe é assim baptizada. Todavia, onde parecer conveniente, pode manter-se o costume tradicional de a criança ser sustentada pela madrinha (ou pelo padrinho).
“Eu te baptizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Esta é a única forma da criança ser baptizada, não se pode usar outra. A forma do Baptismo é constituída pelas palavras de quem o administra, as quais acompanham e determinam a ablução (colocar água sobre a cabeça da criança), são o essencial para haver baptismo. Para que o Baptismo seja válido deve-se derramar a água ao mesmo tempo que se pronunciam as palavras da fórmula e a água deve resvalar ou correr sobre a cabeça, de modo que se faça uma lavagem efectiva.
Nesta fórmula exprime-se as cinco coisas essenciais para haver baptismo: a pessoa que baptiza (ministro): “eu”; a pessoa baptizada (sujeito): “te”; a acção de baptizar: “baptizo”; a unidade da divina natureza “em nome” (no singular; não “nos nomes”, o que estaria errado) e a distinção das três Pessoas divinas: Pai, Filho e Espírito Santo.
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