A directora da ‘Ajuda à Igreja que Sofre’ (AIS) em Portugal afirmou hoje que “cada vez há mais violações dos direitos da liberdade religiosa no mundo”, uma situação que “piorou relativamente a 2016” segundo o relatório da fundação pontifícia.
“A perspectiva é que se continue a degradar, porque a situação no mundo é terrível na questão de ultranacionalismos, extremismos, que faz com que as minorias sejam pressionadas, perseguidas e não possam exercer a sua fé”,
O traço comum às minorias religiosas é que são “mais discriminadas”, estão cada vez “mais pobres e excluídas da sociedade”. As “notícias positivas são muito escassas” e destacou o regresso da comunidade cristã e das minorias religiosas à Península de Nínive, no Iraque e na Síria, depois da expulsão dos jihadistas islâmicos.
Este ano comemora-se o 70.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos “onde está inscrito o direito à liberdade religiosa”, a qual “é cada vez mais ameaçada”.
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