“Vivei sempre alegres”!

 

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No meio do Advento, praticamente a uma semana do Natal, a Liturgia convida-nos, ainda com mais insistência, a prepararmos com alegria a festa que se aproxima. Outra não é a conclusão, a partir das expressões com que começa a antífona da entrada da Missa: “Alegrai-vos… Exultai de alegria”.
A razão da nossa alegria não vem do estímulo das luzes das praças e montras, por mais vistosas e convidativas que sejam, e se olharmos à nossa volta ou nos centrarmos nos noticiários, poucos sinais vemos da utopia do profeta Isaías e poucas razões temos para dar rosto à alegria a que nos convida S. Paulo.
A razão verdadeira da nossa alegria vem da certeza de que Jesus, que já veio, continua a fazer história connosco e jamais se há -de afastar de nós. É essa alegria, fruto do Espírito Santo, que importa testemunhar, porque é o segredo da nossa esperança e o alento dos nossos dias, mesmo dos mais cinzentos.

P. Fausto

in diálogo 1588 (III Domingo do Advento – Ano B)

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