“Oh nova Páscoa!”

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A celebração da Páscoa não se esgotou, é muito mais que uma festa de aniversário… é a Festa, a Festa das festas, verdadeiramente a única Festa, que torna a sua Oitava um tempo saborosamente solene em que celebramos a Ressurreição de Cristo e a alegria dos novos baptizados.
A Oitava Pascal termina com o ll Domingo da Páscoa, também chamado “da Divina Misericórdia”, em que Jesus confia à Igreja o serviço da reconciliação e do perdão, vem ao encontro de Tomé responder às suas e nossas dúvidas e lhe arranca do coração a mais bela e plena profissão de Fé de todo o Evangelho : “Meu Senhor e meu Deus!”
Tomé sossegou e sentiu-se feliz pela oportunidade de experimentar que o Ressuscitado não era um mito, um fantasma, ou produto de uma qualquer visão , mas a própria pessoa que nos últimos anos ouvira, seguira e com quem privara, e agora estava ali realmente Presente e Vivo. Jesus, porém, lembra a Tomé que a Sua Ressurreição não é um dado da ciência mas da Fé, e que, quando acolhida, deve levar a uma mudança radical de vida. Disso nos dá conta o livro dos Actos dos Apóstolos, cujo exemplo de vida dos primeiros cristãos continua a ser para todos um forte desafio pessoal e comunitário.

P. Fausto

in Diálogo 1560 (II Domingo da Páscoa (Divina Misericórdia) – Ano A)

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