“Rejubilai…”

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O tema dominante da Liturgia da Palavra, neste domingo, é o Evangelho do cego de nascença, a quem Jesus restitui a vista num sábado e se torna, assim, o símbolo do homem, que no Baptismo é iluminado pela graça de Deus, transmitida por Cristo, a verdadeira Luz do mundo.
Diante do miraculado, os fariseus revelam-se, mais uma vez, intransigentes na defesa e cumprimento escrupuloso da Lei, incapazes de reconhecerem e compreenderem a alegria de quem se sente definitivamente desamarrado, iluminado e feliz. Para os fariseus a glória de Deus está na observância da Lei sabática, mas Jesus Cristo, neste Evangelho, faz-nos acreditar que “a Glória de Deus é o Homem Vivo”, isto é, iluminado, perdoado, livre e feliz, imerso no Amor misericordioso de Deus.
É neste contexto que vivemos a alegria deste quarto Domingo da Quaresma em que somos convidados, porque Jerusalém é a imagem da Igreja que somos todos, a cantar, logo no princípio da Missa: “Alegra-te, Jerusalém,… rejubilai… Exultai de alegria…”
Que outros motivos precisamos, para vivermos em “jubilosa esperança”, além da certeza de sabermos que Deus está sempre do nossa lado, interessa-se por nós e nos quer verdadeiramente felizes?

 

P. Fausto

in diálogo 1556  (IV Domingo da Quaresma – Ano A)

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