Durante o tempo da Quaresma, o canto deve estar condizente com o espírito penitencial que somos convidados a viver, pelo que, na Quaresma encontramos um canto amoroso e vigilante de alegre esperança.
O Aleluia, em hebraico, é uma interjeição de alegria, significa “Louvai Javé“, e é uma aclamação festiva. O clima que somos convidados a viver no Tempo da Quaresma não combina com isso, pelo que, o Aleluia, desaparece completamente na Quaresma, sem excepção. Tal palavra fica completamente ausente da Liturgia (inclusive do Ofício Divino). O Aleluia será uma explosão de alegria na Vigília Pascal (62 IGMR)
Por outro lado, o Glória in excelsis, que os gregos denominam a grande doxologia, é um cântico de louvor entretecido de aclamações e súplicas, dirigido à Santíssima Trindade, iniciando-se com as palavras que os Anjos cantaram no nascimento do Salvador. O Glória não se usa na Quaresma, pelos mesmos motivos que o Aleluia, excepto em caso de Festa ou Solenidade. Assim, quando ocorrer uma Solenidade ou Festa, o Glória reaparece, como é exemplo a Solenidade de São José, que acontece no meio da Quaresma e, ainda assim, cantamos o hino Glória. (53 IGMR).
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