No domingo passado a luz era o tema central da Palavra de Deus e neste parece ser a liberdade. O Deus em quem acreditamos, apesar de omnipotente, não é prepotente, não impõe a Sua vontade mas faz-nos propostas de vida, de vida em abundância.
Não somos forçados a seguir os Mandamentos da Lei de Deus, mas, visto que amamos Deus nosso Pai, e sabemos que a obediência à Sua Lei é o caminho da vida, guardamos os Mandamentos e, ao fazê-lo, damos a melhor prova do bom uso da nossa liberdade.
Se no Antigo Testamento o importante era o cumprimento material da Lei, no Novo o que glorifica Deus e nos dignifica é fazermos da obediência legal uma verdadeira relação de amor. É aqui que Jesus, ao retomar o tema da Lei de Deus, abre a porta para a novidade radiosa e surpreendente do cumprimento da Lei com amor e por amor.
Com Jesus importa descobrir o espírito para além da letra. Cumprir bastava aos fariseus e doutores da lei, mas cumprir com amor e por amor é dos discípulos de Jesus. Com sinceridade e verdade. A escolha é livre, com resultados diferentes. A decisão é nossa.
P. Fausto
in diálogo 1550 (VI Domingo do Tempo Comum – Ano A)
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