Bem-Aventurados…!

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Ainda há pouco começou a vida pública e, sem perder tempo, Jesus expõe em síntese o que parecem propostas de felicidade, verdadeiro travejamento de suporte a um estilo de vida que realiza o Reino de Deus.
Num mundo em que cresce o isolamento e se erguem muros, se exaltam nacionalismos e se torpedeiam direitos, em que se asfixia a liberdade e idolatra o poder financeiro…, vale a pena ser pobre, manso, puro, pacífico, misericordioso, respeitador da dignidade humana, numa palavra, vale a pena pautar a vida pelas Bem-Aventuranças? Sim!
Embora as Bem-Aventuranças sejam para todos, mais que nunca, os cristãos devem ser os primeiros a assumi-las como programa de vida, se querem efectivamente contribuir para que o mundo – aqui e agora – seja mais justo, fraterno e pacífico e também mais divino.
As leis que fazem o mundo “crescer”, segundo o projecto de Deus, não serão nunca as do mais forte, ou do mais rico, mas as que defendem a vida e promovem a liberdade, a justiça e a paz, e não há caminho mais seguro e credível que as Bem-Aventuranças para o realizar.

P. Fausto

in diálogo 1548  (IV Domingo do Tempo Comum – Ano A)

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