Dois dedos de Liturgia (3)

Incensação

Porquê a incensação?

O turíbulo é um queimador de metal com opérculo sustentado por correntes, usado na liturgia para o rito da incensação ou turiferação. A sua forma e tamanho variam bastante, desde os turíbulos fixos (no início) colocados no chão ou suspensos, aos “fumeiros” monumentais (como o da catedral de Santiago de Compostela), embora hoje predominem os portáteis, a que se ligam a naveta e a colher. Chama-se turiferário o ministro que leva o turíbulo fumegante, abrindo os cortejos de entrada e saída nas celebrações, depois do sacerdote ter imposto o incenso. A incensação é sinal de reverência e oração, como se refere no Sl 140,2 e no Ap 8,3 e consiste na produção de fumo aromático produzido pela cremação de incenso, i.e., duma goma-resina extraída de certas árvores. O n. 276 da IGMR esclarece que pode usar-se o incenso em qualquer forma de celebração da missa: a) durante a procissão de entrada; b) no princípio da Missa, para incensar a cruz e o altar; c) na procissão e proclamação do Evangelho; d) depois de colocados o pão e o cálice sobre o altar, para incensar as oblatas, a cruz, o altar, o sacerdote e o povo; e) à ostensão da hóstia e do cálice, depois da consagração, e também do SS. Sa cramento, na exposição e bênção; também na celebração de Laudes e Vésperas, ao cântico evangélico; na liturgia exequial, ao defunto; e ainda nas procissões e outros ritos.

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