
Com a Epifania continuamos a celebrar a manifestação de Jesus. É como que a festa do Natal que se vai desdobrando, permitindo, assim, aprofundar melhor os vários aspectos do Mistério de Deus feito Homem.
No Natal contemplamos Jesus apenas reconhecido pelos seus, os pastores de Belém, e na Epifania é aos Magos que se manifesta, aos que vêm de longe, a toda a Humanidade.
Não há povos abandonados. Não há nações privilegiadas.
Porque “Os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e beneficiam da mesma promessa”, como ensina São Paulo aos cristãos de Éfeso, a missão da Igreja não é outra senão continuar a dizer incansavelmente a todos os homens que são filhos de Deus, herdeiros da Promessa e cidadãos do Reino e proporcionar-lhes os meios que melhor ajudem a chegar à gruta de Belém.
Que Jesus, Luz das nações, nos conceda a graça de seguirmos a Sua luz e inunde o nosso coração com a alegria da Sua presença, para sermos também estrelas a indicar o caminho para quantos se queiram encontrar com o Menino que veio para todos.
P. Fausto
in diálogo 1545 (Solenidade da Epifania do Senhor – Ano A)
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