E tu que dizes?

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Jesus não está preocupado com sondagens, quando pergunta: “Quem dizem as multidões que Eu sou”; sabia bem que a opinião das pessoas Lhe era francamente favorável, que a verdade não é questão de moda, de tendências, de oportunidade e daí a questão: “e vós, quem dizeis que Eu sou”?
Cada qual deve dar a sua resposta, sem recurso a fórmulas aprendidas de memória, sem pensamentos pensados ou escritos por outros. O que Jesus quer é o que vai no coração, é o que cada um vive e sai espontaneamente sem preconceitos ou discursos rebuscados e teologicamente fundamentados.
A questão posta é respondida de coração a coração: “Quem sou eu para ti?” Com a tua história de luzes e sombras, de fracassos e entusiasmos, com medos e esperanças, sonhos e frustrações… a resposta não é de livros ou universidades, mas de vida.
Se fôssemos hoje com a mesma questão para a rua, as respostas acerca de Jesus continuariam certamente bem positivas, mas não basta para ser cristão ser baptizado e manifestar simpatia e admiração por Cristo, é necessário renegar-se a si mesmo, tomar a cruz todos os dias e segui-Lo… É isto que têm de fazer os amigos para serem discípulos e não perderem o jogo da vida.

P. Fausto

in diálogo 1523  (XII Domingo do Tempo Comum – Ano C)

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