Ama ao modo de Deus! Caminhada da Páscoa

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No tempo Pascal, a liturgia da Palavra de Deus mostra-nos como vive a primitiva comunidade cristã a partir da ressurreição do Senhor Jesus. É do modelo e do exemplo de vida dessa primeira Igreja que retiramos os desafios para sermos hoje a “Mãe de coração aberto” e a “casa aberta” para todos.
Durante as semanas do Tempo Pascal fomos todos desafiados a pôr em prática as obras de misericórdia. Ao terminar esta caminhada diocesana com a solenidade do Pentecostes eis ainda mais um convite desafiador e mais duas obras de misericórdia para saber dizer e saber fazer.

Pentecostes:

Como a Igreja Vive: A IGREJA RECEBE A FORÇA DO ESPÍRITO SANTO

Eu Sou Desafiado a…: ACOLHER

Acções Pessoais:  – ENTERRAR OS MORTOS;  – ROGAR A DEUS POR VIVOS E DEFUNTOS

 

Se quiser ler…
“A obra de misericórdia de enterrar os mortos elabora uma releitura da experiência dramática do ato de morrer, reabrindo à esperança, reestruturando as relações, relançando as perspectivas. A morte é, por excelência, antiestrutural: desfaz, desorienta, transgride, subverte a vida. A recomposição só é possível com uma cultura capaz de reler “ironicamente” o ato de morrer”.

(In Enterrar os mortos,
Andrea Grillo, Ed. Paulinas)

“Porque pedir a Deus o bem se já sabemos que Ele é bom? Rezamos por nós e pelos outros, até para que nos recordemos que não somos deuses. Pedir a Deus é entrar em relação com Ele em solidariedade com o mundo, num horizonte de paz”.

(In Rezar a Deus por vivos e defuntos,
Cristina Simonelli, Ed. Paulinas)

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