Ao concluir-se o ano de 2015 e olhando para os “números” da nossa Paróquia não podemos deixar de dar graças, de pedir perdão e de trabalhar por uma maior corresponsabilidade, para aspirarmos ainda mais a “Ser Igreja da Bondade e da Ternura”. É verdade que os números são números e não pessoas, mas podem aujudar-nos a deitar contas à vida.
Numa análise fria e meramente estatística é fácil de ver que, apenas na comparação com o ano de 2014, em 2015 tivemos menos baptismos, menos primeiras comunhões e menos casamentos. Aumentou o número de crismados e igualou-se o número de óbitos.
A quebra mais acentuada regista-se no número de baptismos (de 89 em 2014 para 63 em 2015). Efeitos do “inverno demográfico” ou hibernação da fé? Ou as duas coisas e outras mais?
A quebra mais ligeira no número de crianças que fizeram a Primeira Comunhão (de 103 em 2014 para 91 em 2015) e no número de matrimónios celebrados (de 34 em 2014 para 32 em 2015) não deixam de ser também um elemento para atender e reflectir com seriedade.
Nestes dois últimos anos tivemos o mesmo número de óbitos (99), mas neste ano passam a ser o mais elevado número dos cinco itens contados.
Obtivemos um ligeiro aumento no número de crismados (de 21 em 2014 para 24 em 2015), dado que nos responsabiliza ainda mais para o trabalho cada vez mais sério com os nossos jovens crismandos.
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