Solenidade de todos os Santos

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De todos e com todos, canonizados ou não, na plenitude da comunhão com Deus, é a Festa de todos os Santos que celebramos neste domingo, em ambiente de profunda esperança e intensa alegria, porque um dia partilharemos da mesma felicidade.
Com esta festa, somos transportados ao “fim dos tempos” para assistirmos à liturgia celeste, onde os Anjos e os Santos celebram os louvores de Deus, pela alegria inexcedível da plena comunhão de uns com os outros, independentemente dos laços de sangue ou de amizade que os tenham unido, do lado de cá da margem.
Não se nasce santo, nem o santo se faz de repente, nem a santidade resulta de piedosos desejos ou ímpetos de fervor, mas é fruto duma caminhada ininterrupta de fidelidades e imperfeições, de avanços e recuos, de sonhos e ilusões, de quedas e recuperações…, sempre confiantes na misericórdia de Deus e comprometidos na solidariedade com todos os companheiros de jornada, rumo a esses “novos céus e nova terra”, onde os sonhos são realizados e os projectos conseguidos… e em que “Deus é tudo em todos.”
Ao celebrarmos a Solenidade de todos os Santos, devemo-nos interrogar sobre se os nossos caminhos, hoje, levam a esse “Amanhã” que desejamos. E, se não, há que mudar de rumo, enquanto é tempo, sabendo que só as Bem-aventuranças são caminho seguro para a Pátria dos Sonhos, onde Deus e todos os Santos nos aguardam.

P. Fausto

in diálogo 1490 (Solenidade de Todos os Santos – Ano B)

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