O Vaticano publicou os primeiros relatórios dos 13 grupos de trabalho do Sínodo dos Bispos sobre a Família, dos quais emerge a rejeição de uma linguagem “demasiado negativa” sobre a realidade familiar, pedindo uma abordagem “diferente e mais fresca”. Os documentos deixam várias propostas tendo em vista a redacção do documento final da assembleia sinodal, presidida pelo Papa Francisco, incluindo a necessidade de encontrar “novas formas” de apresentar o pensamento da Igreja Católica sobre a família e o matrimónio.
Após cinco das 13 sessões de debate previstas nos chamados ‘círculos menores’ os participantes analisaram a primeira parte do documento de trabalho, “A escuta dos desafios da família”, e sugerem, entre outras, uma ação pastoral “nova e criativa” junto das famílias, incluindo as que têm o “coração ferido”. O sínodo continua até ao dia 25 deste mês.
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