Jesus continua nos Seus encontros dominicais a consolidar a amizade e aprofundar a fé dos discípulos, para que se tornem, sem dúvidas nem medos, em toda a parte, testemunhas fiéis da Ressurreição. E fá-lo-á mais algum tempo.
No domingo passado, afirmando-se “O Bom Pastor,” pediu-nos confiança, abandono e obediência à Sua voz, garantindo aos que O acolhem pastagens abundantes e defesa segura contra os lobos. Hoje convida-nos a uma volta ao campo, a uma vinha em que há videiras tratadas e podadas e outras abandonadas. Facilmente se descobrem as diferenças. Aquelas, apresentam-se bem alinhadas, viçosas, pujantes e com esperança de muito fruto e estas, pelo contrário, de folhas encarquilhadas e ramos esguios e entrelaçados de onde pendem alguns frutos mirrados, estão a morrer, porque não foram podadas. É o que acontece aos discípulos, se não fazem de Jesus Cristo o centro das suas vidas!
“Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim, nada podeis fazer”. Podemos ser óptimos conselheiros… ter boas intenções…, e até sermos bons conferencistas e pregadores afamados, mas, só unidos a Jesus Cristo e deixando-nos podar pelo Agricultor, damos frutos saborosos, que são a glória de Deus.
As palavras de Jesus são tão simples e importantes, que encerram um verdadeiro programa de vida, que nos deve comprometer a todos!
P. Fausto
in diálogo 1470 (Domingo V da Páscoa – Ano B)
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