Depois de 40 dias de caminhada quaresmal, finalmente, a Festa da Páscoa de Jesus! A nossa está em curso, porque ainda não subimos ao Calvário, nem vivemos o nosso Tríduo.
Entretanto, a Igreja convida-nos a acompanhar aquelas corajosas mulheres até ao sepulcro, no primeiro dia da semana, para completar no corpo de Jesus o que não puderam fazer antes. O carreiro pedregoso e a luz ainda escassa dificultam a caminhada, apenas superada pelo ardor e ansiedade de quem se quer reencontrar com alguém querido. E agora, quem havia de remover aquele pedregulho tão grande que tapava a entrada do sepulcro? – Ainda não tinham compreendido que para Deus não há coisas impossíveis e que é sempre d Ele a última palavra!
Chegadas ao local, encontraram o sepulcro aberto, mas de Jesus nem sinal. A perplexidade e o medo fizeram-nas correr de volta a anunciar a Pedro a sua experiência.
“Ressuscitou, não está aqui”, continua a dizer-nos o Anjo. E a Igreja não se cansa de fazer do Aleluia a expressão da alegria sincera dos cristãos, que, em Cristo Crucificado e Ressuscitado, têm a certeza da sua própria ressurreição.
Que esta certeza encha de alegria o coração de todos os Paroquianos.
P. Fausto
in diálogo 1466 (Domingo de Páscoa da Ressurreição do Senhor – Ano B)
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