Foi de tal modo gratificante o encontro dos discípulos de João com o ” Cordeiro de Deus”, no domingo passado, que André não descansou, enquanto não pôs também
Pedro em caminho.
Hoje, em passeio descontraído pela borda do mar da Galileia, damos de caras com Jesus a dirigir a palavra aos pescadores, em plena hora de trabalho, e a desafiar alguns para mudar de vida e profissão…
A mensagem não é nova, mas soa a novo porque sai com encanto e serenidade, sem o dramatismo da figura austera de João, que até fazia tremer as pernas. Aos que encontrava, Jesus dirigia a palavra, que, embora exigente e universal, lhe saía dos lábios como verdadeira Boa Nova, bastando dos ouvintes o arrependimento e a
conversão.
Como a Simão e André, a Tiago e João, e aos outros, também Deus hoje nos olha e pede apenas que olhemos o futuro e acreditemos sem medo no Evangelho, sem amarras ao passado, por mais nebuloso que seja, ou inseguros pelas surpresas e dificuldades do futuro.
É sempre Deus quem chama e na certeza da Sua fidelidade, ousamos, todos os dias, dizer o nosso Sim generoso e confiante.
P. Fausto
in diálogo 1456 (Domingo III do Tempo Comum – Ano B)
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