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“…é Cristo que vive em mim.”

The Fate of Ophelia, de Taylor Swift, fala sobre Ofélia. Rejeitada por Hamlet, e incapaz de lidar com a dor, afoga-se. A sua história é lida como metáfora de fragilidade afetiva e desilusão amorosa. Na canção, declara: “I might’ve drowned in the melancholy”, sugerindo um período difícil. O verso contrasta com a experiência com o atual companheiro, apresentado como força salvadora: “You dug me out of my grave and saved my heart”. Quando o nosso valor depende do amor de outra pessoa, ficamos vulneráveis a ruturas interiores. O amor humano é bonito, mas limitado. O amor de Deus é fiel, constante e transformador. Mesmo diante da rejeição ou da dor interior, nunca estamos sós. Não precisamos de ter medo. Como afirma São Paulo: “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim.”

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