«O uso do incenso na celebração manifesta reverência e oração, como se ele se elevasse suavemente diante de Deus (cf. Sl 140,2)». De acordo com o Cerimonial dos Bispos, pode usar-se incenso:
a) durante a procissão de entrada;
b) no princípio da Missa, para incensar o altar;
c) na procissão e proclamação do Evangelho;
d) ao ofertório, para incensar as oferendas, o altar, a cruz, o Bispo, os concelebrantes e o povo;
e) à elevação da hóstia e do cálice, depois da consagração.
Quanto à forma de como incensar, “A incensação faz-se com movimentos do turíbulo, que devem ser proporcionais, em número e forma, ao grau de significado e à dignidade da realidade que é incensada.” – n.º 89 Cerimonial dos Bispos.
Os designados “ductos” (isto é, movimento de elevação vertical do turíbulo) e “ictos”, (movimento pendular do turíbulo) são gestos litúrgicos da incensação e devem ser precisos, rítmicos e codificados, obedecendo a um simbolismo próprio e pedagógico:
O movimento da mão do incensante, firme mas reverente, traça no ar gestos visíveis de oração e bênção. O Cerimonial dos Bispos prescreve que o turíbulo seja manuseado com “nobre simplicidade e consciência do seu significado espiritual” (n.º 89).
Como lembra o Papa Bento XVI: «Na liturgia, mesmo os pequenos gestos, os sinais aparentemente mínimos, são portadores de uma linguagem sagrada, que educa, eleva e conduz à contemplação» (Sacramentum Caritatis, n.º 40).
A Equipa Paroquial de Liturgia
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