Jesus, no Evangelho da Solenidade do Pentecostes, segundo S. João, descreve alguns traços do Espírito Santo. “O Pai dar-vos-á um outro Paráclito, para que fique convosco para sempre… Ensinar-vos-á todas as coisas e recordar-vos-á tudo o que Eu vos disse”.
O Espírito Santo é assim. É o que está sempre ao nosso lado, sustenta, defende e protege. E fá-lo-á sempre. Além disso, é o que ensina e recorda. É a memória salutar de tudo quanto Jesus ensinou e sustentáculo seguro e permanente duma espécie de nostalgia do futuro, que é a nossa vocação final à eterna e plena comunhão com Deus e com todos os seres criados.
Como aos apóstolos, que passados cinquenta dias após a Páscoa ainda estavam encerrados no Cenáculo, O Espírito Santo também nos é dado para a missão, porque nos impele a incendiar o mundo com a mais Bela das Notícias. Vale, então, lembrar o que o Papa Francisco recordava aos cristãos: Evangelho nos pés, Misericórdia nas mãos e Amor no coração.
Com a Solenidade do Pentecostes termina o Tempo Pascal. Jesus prometeu e cumpriu. Cumpramos nós, agora, a nossa parte.
P. Fausto
in Diálogo nº. 1917 (Solenidade do Domingo de Pentecostes – Ano C)
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