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20130609

Faz-nos bem, muito bem, a certeza de que Deus, é o Deus da Vida. Em todas as circunstâncias. Por isso está sempre presente, embora às vezes nos pareça em silêncio, nas situações de sofrimento e desumanidade…; nem mesmo no limite dos limites, que é a morte, Deus se afasta de nós, bem pelo contrário, para ajudar cada homem a transcender-se, para o libertar e salvar. É este o Deus que Se revela na liturgia da Palavra do 10º Domingo.
Depois de termos celebrado as solenidades da Santíssima Trindade, Corpo de Deus e Sagrado Coração de Jesus, regressamos na prática ao período mais longo do “Tempo Comum”, mas nem o Domingo se pode limitar ao tempo da Missa, nem o louvor a Deus ao dia de Domingo, porque o resto da semana também é tempo para louvar e bendizer, agradecer e adorar.
É a certeza de que o nosso Deus é Deus da Vida e que ama apaixonadamente cada um e todos nós, que constitui a mais valia indispensável para enfrentarmos as incertezas do quotidiano e nos impele a vivermos o dia a dia como atletas da mesma equipa, comprometidos e solidários uns com os outros e todos atentos às instruções do Mestre que veio para dar a vida, a fim de a termos em abundância.

P. Fausto

in diálogo 1384 (Domingo X do Tempo Comum – Ano C)

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