No passado dia 11, na celebração do encerramento do Ano Jubilar, fui instituído acólito pelo nosso bispo, D. António Moiteiro, e junto comigo, os seminaristas Guilherme Reis e João Rendeiro foram admitidos entre os candidatos às Ordens Sacras.
Para os seminaristas, estes ritos são etapas que marcam a nossa formação para o sacerdócio. A primeira – a admissão entre os candidatos às Ordens Sacras – representa o primeiro momento formal em que se manifesta, diante do bispo e da Igreja, o propósito de vir a receber, ao terminar a formação, a ordenação diaconal e presbiteral.
Por sua vez, o leitorado e o acolitado são já ministérios que são confiados para o serviço da Igreja. Para proclamar a Palavra de Deus na missa, ou servir o altar, não é necessária esta instituição! No entanto, para tornar este serviço mais estável, os leitores e acólitos poderão vir a ser instituídos, sendo exigido para tal uma maior formação, bem como um grau de compromisso mais dedicado.
No caso dos seminaristas, o acolitado é o último ministério antes da ordenação diaconal. Como tal, espero continuar a formação, pedindo as vossas orações para que possa viver de acordo com aquilo que a bênção do novo acólito suplica: “que seja assíduo no serviço do altar, distribua fielmente aos seus irmãos o Pão da vida, e cresça cada vez mais na fé e na caridade para edificação da vossa Igreja”.
Rafael Oliveira
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