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“Uma Pedra para o caminho…
O caminhante tropeçou nela.
O violento utilizou-a-como projétil;
O empreendedor construiu com ela. (…)
E Deus … Deus plantou nela uma cruz redentora.
E eu … que farei das pedras que a vida me dá?”
Nesta Quaresma, vemos já surgir na nossa igreja alguns “símbolos” da caminhada quaresmal, para nos ajudarem a viver este tempo. Mas o que significam?
Ao alto, a cruz recorda-nos a morte de Jesus e a Sua entrega por nós – é o sinal do Seu infinito amor que venceu a morte e que se renova em cada celebração da missa. Para chegar até ela, seguiremos o caminho traçado pelos tecidos roxos – cor da Quaresma que apela à penitência e conversão.
Cada semana, somos convidados a meditar numa das muitas “pedras” que podem surgir no caminho:
Desde a Quarta-Feira de Cinzas, em que descobrimos com a «pedra de tropeço» o valor da «resiliência», iremos percorrer o caminho encontrando diferentes pedras: a pedra rara, a pedra de toque, a pedra de construção, a pedra de arremesso, a pedra esculpida e a pedra para reclinar a cabeça. Cada uma destas ensinar-nos-á uma lição diferente: a conversão, a empatia, o respeito, a tolerância, a coragem e a confiança.
No fim, o Domingo de Páscoa, irá revelar-nos a Pedra Angular, que é o próprio Jesus Cristo, a verdadeira rocha firme sobre a qual podemos construir a nossa vida. Sustentados no Seu amor, poderemos ser pedras vivas na construção da Igreja e do mundo.

Evangelho: “Era tentado por Satanás e os Anjos serviam-No.” (Mc 1, 13)
Pedra – valor: Pedra Rara – Conversão
Reflexão: Não tenhamos medo de ser Pedras Raras, dizendo de outra forma, de ser “originais” como dizia Carlos Acutis: “Todos nascemos originais, mas a maior parte morre fotocopia”. Não nos deixemos levar pelo cómodo e desperdiçar esta oportunidade para seguir o caminho que Jesus propõe.
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