Este dia é vivido há trinta anos, quando São João Paulo II o instituiu para sensibilizar o povo de Deus, as instituições sanitárias católicas e a sociedade civil para a solicitude com os enfermos e quantos cuidam deles.
O Papa Francisco defende um acesso universal a serviços de saúde: “Penso sobretudo nas populações das zonas mais pobres da Terra, onde por vezes é necessário percorrer longas distâncias para encontrar centros de tratamento que, embora com recursos limitados, oferecem tudo o que têm disponível”.
O Papa lamenta a falta de disponibilidade de vacinas contra a Covid-19, nos países mais pobres, a que se soma a “falta de tratamentos para patologias que requerem medicamentos muito mais simples”.
Apela ainda ao empenho de todos os católicos no campo da Pastoral da Saúde, a começar pelas visitas aos doentes, e conclui com uma oração por todos os profissionais do setor.
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